terça-feira, 19 de março de 2013

Criadores do Pró-álcool criticam a eficiência dos atuais motores flex


Segunda - 20 Abr 2009
. Carta Capital

Álcool ou bicombustível? Não há um só especialista no setor, fora as montadoras, que não opte pelo primeiro. O professor Bautista Vidal, criador do Proálcool, radicaliza: “O carro flex é uma embromação. Não é econômico e não é ecológico. Um carro exclusivamente a álcool seria muito melhor”, afirma o físico, que defende a criação, pelo governo, de uma empresa de economia mista para o etanol. O questionamento dos pesquisadores diz respeito principalmente a um ponto, o consumo de álcool no motor flex, muito maior do que quando se abastece com gasolina.

A própria Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) reconhece que há uma perda, ao se abastecer com álcool, entre 20% e 40% de combustível. “A perda é sabida e sempre existiu. É intrínseca ao álcool”, diz o presidente da Comissão de Energia e Meio Ambiente, da Anfavea, Henri Joseph Jr. “Agora, dizer que um carro monocombustível seria melhor é uma besteira enorme, é o mesmo que comparar banana com melancia. O bicombustível extrai o melhor de ambos.”

Para os especialistas, não é bem assim. “O flex é um bom carro a gasolina e um carro a álcool apenas regular”, diz o engenheiro mecânico Paulo Ewald, que trabalhou no Proálcool. Para Ewald, não houve nenhuma evolução ao se desenvolver o “lado álcool” do motor flex, que tem praticamente o mesmo desempenho dos carros a álcool de vinte anos atrás em termos de consumo. “Outro dia a Nissan lançou seu primeiro carro flex (o Livina), que faz 17,5 quilômetros por litro com gasolina na estrada e só 10,5 com álcool. É um absurdo.”

Ou seja, para o abastecimento com álcool valer a pena, o proprietário de um Livina teria de abastecer em algum lugar onde a diferença na bomba em relação à gasolina fosse de 70%, e o máximo alcançado no País hoje é 50%. De um modo geral, as próprias montadoras dizem que, para equilibrar a perda, só vale a pena abastecer o flex com álcool onde ele esteja valendo, no mínimo, 30% menos que a gasolina, o que acontece em dezessete estados. Em São Paulo e Pernambuco, por exemplo, o álcool é melhor. No Distrito Federal e no Pará, não.

A grande vantagem do flex apontada pelos fabricantes está na autonomia do proprietário ao poder optar por um ou outro combustível, sem ficar à mercê, como no passado, do bom relacionamento entre governo e usineiros ou de não haver álcool no interior do País. Por outro lado, reconhecem que o motor poderia melhorar. Como o motor a álcool precisa de uma compressão maior para sua combustão, e o flex funciona com a taxa de compressão da gasolina, uma das hipóteses seria fazer isso automaticamente, variando de acordo com o combustível que se coloca no tanque.

“Seria possível, tecnologicamente, variar a compressão de forma automática, mas isso faria o flex sair pelo dobro do que custa hoje, e o preço é um dos grandes atrativos do veículo”, avalia Henri Joseph. “Poderíamos ainda turbinar o motor, mas o preço também iria lá para cima.” O engenheiro mecânico Ewald discorda. “A Bosch já desenvolveu um trifuel com compressão variável, feita através de um leitor de combustível. Seria uma solução mais barata”, opina.

“Por ser um motor pensado para a gasolina, o flex possui a tolerância, mas não a eficiência”, afirma o pesquisador Sergio Figueiredo, explicando por que o flex é questionado quanto ao suposto menor dano ambiental. “É simples: se queima mais combustível, joga mais fumaça no ar. O ganho ambiental é limitado pelo consumo maior”, diz. Novamente, rebate a Anfavea: “A geração de poluentes não depende da quantidade de combustível, mas da qualidade da queima. E os limites de emissão são os mesmos para a gasolina e para o álcool”, afirma Joseph.

Por Cynara Menezes

Carro Flex consome mais do que o previsto

Etanol rende menos de 70% que a gasolina em quatro de cada cinco automóveis. Sem conhecer o consumo do veículo, motorista pode escolher errado
Publicado em 01/05/2012 | FERNANDO JASPER

Quase todo proprietário de carro flex já ouviu falar que o etanol rende 30% menos que a gasolina e que, por isso, um automóvel abastecido com álcool rodará apenas 70% do que rodaria usando o derivado do petróleo. É essa diferença de rendimento que justifica a “regra dos 70%”, segundo a qual é mais econômico encher o tanque com etanol sempre que ele custar até 70% do preço da gasolina. No entanto, testes de laboratório revelam que, na grande maioria dos automóveis flex, o motor movido a etanol é mais “beberrão” que se pensava – e quem fizer a opção usando a fórmula tradicional pode gastar bem mais do que o necessário.
Para avaliar a eficiência energética dos automóveis à venda no país, o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) testou 105 modelos, que representam 55% do mercado brasileiro, e calculou seu consumo na cidade e na estrada.
Rendimento Etanol/Gasolina
Confira o consumo médio para cada veículo utilizando Etanol, Gasolina, e a Relação E/G (relação etanol/gasolina nos postos de Curitiba: divisão do preço do etanol pelo da gasolina)
Metodologia
Teste em laboratório simula condições reais de consumo
Na 4.ª edição do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular, cujos resultados foram divulgados no mês passado, o Inmetro fez testes de laboratório com 155 veículos à venda no país. O instituto explica que “somente os testes em laboratório permitem que os veículos sejam avaliados de forma padronizada, em condições controladas, garantindo que as medições possam ser repetidas e utilizadas em uma comparação uniforme entre modelos de veículos diferentes”.
Para aproximar os resultados de laboratório das situações reais de uso, o Inmetro adotou um “fator de ajuste” que busca “embutir” no dado final aspectos como qualidade do combustível, estado dos pneus, uso de ar-condicionado, conservação de ruas e rodovias e mesmo as diferentes maneiras de dirigir. Segundo o instituto, graças a esse ajuste – também usado pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos –, os resultados do levantamento se assemelham ao consumo médio obtido por 80% dos motoristas.
Serviço
Seu carro é eficiente?
No site do Inmetro, você pode pode conferir a tabela completa da 4.ª edição do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular, que também traz o selo de eficiência energética de cada veículo, eles receberam notas de A a E, do mais para o menos eficiente dentro de cada categoria.
Com base nesses dados, a Gazeta do Povo constatou que, em 73 dos 92 carros flex avaliados pelo instituto, o álcool rende menos de 70% da gasolina no trânsito urbano. Ou seja, a “regra dos 70%” não vale para quatro em cada cinco veículos. Na estrada, o etanol é ainda menos vantajoso: em 75 modelos seu rendimento relativo ficou abaixo do patamar difundido ao longo dos últimos anos pela indústria automobilística.
“As montadoras fizeram muitos testes para chegar ao índice de 70%. Mas ele não é 100% preciso, porque cada carro tem uma característica e cada motorista uma forma de dirigir. Trata-se de uma aproximação, até para facilitar as contas”, explica o engenheiro mecânico Jorge Riechi, coordenador da especialização em Engenharia Automotiva da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR).
Os números mostram que, se os preços do etanol já estavam pouco atraentes pela fórmula convencional, são ainda menos competitivos quando considerado o consumo real da maioria dos veículos. Na média dos automóveis testados pelo Inmetro, a eficiência do álcool em relação à gasolina é de 68% – e, em boa parte dos casos, o preço do etanol será desvantajoso assim que ultrapassar esse porcentual.
Caso a caso
O mais indicado, no entanto, é que cada motorista conheça a relação etanol/gasolina específica de seu carro – até porque, como mostra o estudo do Inmetro, ela varia bastante conforme o modelo. No Honda Fit 1.4 de câmbio automático, por exemplo, a relação é de apenas 60%: na cidade, o modelo faz 11 quilômetros por litro (km/l) com gasolina e apenas 6,6 km/l com álcool. O Renault Clio 1.0 fica no outro extremo da tabela: com um litro de álcool, percorre 8,6 quilômetros, 75% do que roda com gasolina (11,5 km/l). Em 14 veículos da amostra, a eficiência relativa do etanol é de exatamente 70% – para eles, portanto, ainda vale a velha fórmula.
Se seu carro não estiver na tabela do Inmetro, você pode consultar o manual do veículo (alguns trazem estimativas de consumo) ou recorrer ao computador de bordo, quando houver. Mas o mais indicado, ensina Riechi, é fazer o cálculo por conta própria. “Encha o tanque com o combustível e, ao fim, anote quantos quilômetros ele fez. Fazendo isso umas três vezes com cada combustível, você chegará a uma estimativa muito próxima do consumo real de seu carro, que vai refletir também a sua forma de dirigir.”
Etanol, há 10 meses em desvantagem
Prejudicado pela falta de investimentos na ampliação e renovação de canaviais – o que mantém a oferta limitada e as cotações lá em cima – e pelo congelamento dos preços da gasolina, o etanol completou dez meses como a opção menos vantajosa para os carros bicombustíveis em Curitiba. A última vez em que ele foi a melhor alternativa foi em junho de 2011, quando seu preço médio equivalia a 66% do da gasolina.
Na semana encerrada em 28 de abril, o álcool era vendido a uma média de R$ 1,98 por litro, o equivalente a 76,3% do preço médio da gasolina (R$ 2,60), conforme pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Ou seja, a gasolina é, de longe, a melhor opção, tanto pela regra dos 70% quanto considerando a média de rendimento etanol/gasolina verificada nos testes do Inmetro (68%). Abastecer com o combustível vegetal não compensa nem mesmo para o modelo em que o álcool alcançou a melhor eficiência relativa – o Renault Clio Campus 1.0, cujo índice é de 75%.
Essa desvantagem faz o consumo do produto cair pelo segundo ano seguido no Paraná. Segundo a ANP, no primeiro bimestre as distribuidoras venderam 100,6 milhões de litros de etanol, pouco mais da metade do registrado no começo de 2011 (196,3 milhões). Em janeiro e fevereiro, o combustível de cana representou apenas 19% das vendas para veículos leves e a gasolina, 81%. Na mesma época do ano passado, as proporções eram de 38% e 62%, respectivamente.
Em boa parte dos casos, quem opta pelo etanol o faz por falta de informação, por preguiça de fazer a conta ou porque está em um momento de pouco dinheiro no bolso. O montador Gilmar da Silva é um dos poucos que faz a escolha certa. Enche o tanque com o combustível vegetal a cada dois meses, a fim de preservar o rendimento do carro. “Sempre uso o combustível que tiver o melhor custo/benefício, mas de tempos em tempos eu troco para não viciar o motor flex”, detalha.
O corretor de imóveis Fábio Lada diz que usa álcool em seu Uno Mille porque nesse carro o combustível rende mais. “Com este carro, especialmente, ainda sinto que é vantajoso usar o etanol. Já com o meu Ecosport, percebo que vale mais a pena usar gasolina.” (FJ)
Colaborou Pedro Brodbeck, especial para a Gazeta do Povo.

Carros Flex são a melhor opção?

27/02/2011

Por Karine Teixeira / Foto: Reprodução
(adaptação)


Os carros flex, chamados também de motor bicombustível, são movidos a álcool e a gasolina. Eles apresentam vantagens em relação a veículos movidos a um só combustível, já que permitem a alternância entre o etanol e a gasolina

“Um carro flex consiste em uma vantagem, pois, como a economia internacional é instável, ela pode sofrer alterações do dia para a noite e, assim, afetar o preço da gasolina, por exemplo”, conta o economista Reginaldo Franco.

Caso isso aconteça, ele explica que quem tem um carro flex poderá optar por abastecer seu veículo a álcool e, deste modo, economizar. “Este tipo de motor também é vantajoso para quem não tem um posto de combustível fixo para abastecer seu carro, pois pode ser que em um determinado posto de abastecimento compense financeiramente o álcool e em outro estabelecimento compense a gasolina, podendo o dono de um automóvel flex fazer a opção que mais agrade ao seu bolso”, conta Franco. 

Segundo o gerente de uma concessionária da cidade, Cláudio Campos Faria, as vendas de carros flexs somam cerca de 80% nas vendas. “Embora o álcool seja mais barato, ele não tem o mesmo desempenho da gasolina. Por exemplo, enquanto um carro faz dez quilômetros com a gasolina, só faz sete com o etanol,”. 

Como os preços e desempenhos são diferentes, é preciso adotar um cálculo para ver qual dos dois sai mais barato. A conta é simples: se, ao dividir o preço do álcool pelo preço da gasolina, o resultado der abaixo de 0,7, o álcool é o combustível mais econômico. A gasolina sairá mais em conta, se o valor do cálculo der acima de 0,7. “Para escolher o tipo de combustível mais adequado às suas necessidades, é preciso perceber o que o mercado tem para oferecer e avaliar as vantagens e desvantagens,” aconselha o economista.

Atualmente, são produzidos diversos tipos de gasolina sendo utilizada tecnologia própria para fabricar constituintes da gasolina e misturá-las entre si e com os aditivos através de formulações convenientemente definidas para atender aos requisitos de qualidade do produto. “A vantagem quando o assunto é gasolina é o combustível utilizado na combustão do motor, pois o arranque e  o desenvolvimento do carro são mais eficientes que um motor a diesel, por exemplo”, destaca o gerente.  Ele ainda conta que a utilização de gasolina com aditivos ajuda a manter limpos os sistemas de injeção, o que significa que o desgaste das peças diminui protegendo o motor. 

Já as desvantagens do uso desse tipo de combustível é o seu preço, além de poluir o ar com as emissões de CO2 e ser uma fonte esgotável, dependente do petróleo. O gasóleo é o combustível utilizado em motores de combustão interna, e é utilizado nas mais diversas aplicações, tais como automóveis, caminhões, pequenas embarcações marítimas, máquinas de grande porte e aplicações estacionárias (geradores elétricos, por exemplo).  “Os componentes do gasóleo são selecionados de acordo com as características de ignição e de escoamento adequadas ao funcionamento dos motores diesel.  Recentemente, o diesel de petróleo vem sendo substituído pelo biodiesel, que é uma fonte de energia renovável”, explica Faria. Como vantagens do gasóleo, trata-se de um combustível mais econômico que a gasolina, que garante elevados níveis de performance. Como desvantagens do gasóleo, os carros não se desenvolvem tão bem como os a gasolina no arranque. Com temperaturas muito baixas, o gasóleo pode congelar no depósito, polui o ar com as emissões de CO2, além de ser uma fonte esgotável, dependente do petróleo. 

O gás de petróleo liquefeito (GPL) é uma mistura de gases de hidrocarbonetos utilizado como combustível em aplicações de aquecimento (como em fogões) e veículos. As vantagens é que o combustível é mais limpo, mais econômico e rentável, e amigo do ambiente, sendo uma boa aposta para reduzir a poluição atmosférica. As desvantagens do uso de GPL são que este é um gás obtido através da destilação do petróleo, o que significa que também não é renovável. Apesar de libertar gases menos nocivos à Camada de Ozônio, um tanque GPL também emite vapores para a atmosfera.

Problemas com carros Flex

segunda-feira, 4 de março de 2013

Gentileza urbana

Gentileza no trânsito
Fonte: Portal Brasil
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Um dos maiores problemas de quem enfrenta o trânsito nos centros urbanos brasileiros é o estresse. Os engarrafamentos, as imprudências e o mau comportamento de quem trafega pelas ruas das cidades podem tirar a concentração dos condutores de caminhões, automóveis, motos e bicicletas, e também de pedestres, causando acidentes que poderiam ser evitados.

Segundo o último anuário estatístico do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), a frota de veículos no Brasil praticamente dobrou em 11 anos. Passou de 30,9 milhões de unidades em 1998 para 59,3 milhões em 2009. Tantos automóveis, ônibus e motos circulando por vias urbanas e estradas do país exigem colaboração dos condutores e pedestres.

A Coordenadora de Educação para o Trânsito do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Rita Cunha, alerta que tanto motoristas quanto pedestres precisam praticar o respeito ao próximo, a tolerância e a gentileza no trânsito. “Ser um cidadão significa adotar uma postura a favor do bem comum. Cada um tem que fazer a sua parte. A colaboração mútua entre condutores e pedestres ajuda a resolver muitos problemas do trânsito”, explica.

E são esses gestos simples que fazem toda a diferença. Para os motoristas, respeitar as regras do código de trânsito e sinalizar as manobras, regular os faróis, parar antes dos cruzamentos e não estacionar na faixa de pedestre são atitudes que devem fazer parte do dia a dia. Segundo o Denatran, em 2009, 51,8 milhões de pessoas estavam habilitadas a conduzir veículos ou motos no Brasil, e o desafio é sensibilizar esses condutores para ter tolerância e promover a paz no trânsito. “As leis são reguladoras externas do comportamento humano, e a obediência no trânsito gera gentileza e também cidadania”, explica Rita Cunha.

É importante lembrar que não são apenas as pessoas que estão ao volante as responsáveis pela segurança no trânsito. Os pedestres devem obedecer a regras, como esperar na calçada o momento certo para atravessar a rua, utilizar passarelas em locais sem sinalização e nunca atravessar em local proibido.

Veja algumas dicas para praticar a gentileza no trânsito:

Motoristas


- Você saiu e bateu aquela vontade de tomar uma cervejinha? Deixe o carro em casa e aproveite sem preocupação.

- Ao parar no semáforo, fique de olho e não pare em cima da faixa de pedestre

-Usar o celular ao dirigir um veículo pode distrair o motorista. Que tal ligar antes de sair ou depois de estacionar?

- Não se esqueça de acionar a seta antes de virar. Outros motoristas e pedestres precisam saber para que lado você vai.

- Mantenha os faróis regulados e mostre que você é educado no trânsito, acionando a luz baixa ao cruzar com outro veículo.

- Passe pelos cruzamentos com muito cuidado. Fique atento a pedestres que podem atravessar distraidamente.

- Em dias de chuva, muito cuidado com a pista molhada. Não ande em alta velocidade e evite freadas bruscas e o risco de derrapagem.

- Ao atravessar um cruzamento tenha certeza de que você não vai bloquear a passagem de outros carros.

- Seja camarada e ofereça carona a quem precisa. Assim você ajuda a diminuir o número de carros na rua e a poluição em sua cidade.


- Fique atento ao sair de garagens ou postos de gasolina, pois a calçada é área comum com pedestres. Lembre-se, a preferência é sempre de quem está a pé!

Pedestres

- Tenha certeza de que você está vendo e sendo visto por todos à sua volta. Carros, motos e veículos precisam notar a sua presença!

- Ajude os idosos a atravessar a rua. Afinal, um dia você também pode precisar dessa mãozinha.

- Faça contato visual com o motorista antes de atravessar a rua e colabore para prevenir acidentes.

- Olhe sempre para os dois lados antes de atravessar a rua e não atravesse correndo.

-  Seja prudente. O lugar mais seguro para esperar o momento de atravessar é a calçada!

- Preste atenção quando passar por portas de garagem e postos de gasolina, pois são lugares comuns a carros e pedestres.

- Os adultos devem zelar pela segurança das crianças no trânsito. Segurá-las pelo punho é mais prudente que pela mão.

Vídeo

 
 

 
Pratique
  1. O que você opina sobre a gentileza urbana? Há gentileza no trânsito da sua cidade? 
  2. Você é gentil no trânsito como motorista e/ou pedestre? Das dicas acima, quais você geralmente não pratica? Por quê?
  3. Na sua opinião, que providências deveriam ser tomadas para uma maior conscientização das pessoas quanto à educação no trânsito?