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quarta-feira, 8 de outubro de 2014
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Como vencer o apagão da mão de obra
Economia | 16/11/2011 08:00
Como vencer o apagão da mão de obra
A solução definitiva para a falta de gente qualificada — um choque de qualidade na educação — depende de uma vontade férrea da sociedade e de tempo. Até lá, a economia brasileira terá de lidar com a crônica falta de mão de obra.
Joel Rocha/EXAME.com
Operários qualificados da construção: hoje, são as empresas que vão atrás deles
São Paulo - Em pouco mais de uma década, a economia brasileira gerou 19 milhões de empregos formais. Apenas nos primeiros nove meses deste ano foram 2 milhões. O vigor do mercado de trabalho é um dos indicadores da transformação do país. No momento, a força da nossa geração de empregos contrasta com a tibieza das economias ricas.
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Em setembro, o Brasil registrou uma taxa de desemprego de 6%, a menor da história recente. Nos Estados Unidos, os desempregados são 9% da população. Numa Europa curvada pela crise de governos, há situações desoladoras, como a da Espanha, com seus 21% de desocupados e uma população jovem sem horizontes profissionais.
Nos últimos meses, o Brasil sentiu os efeitos da desaceleração do crescimento da economia. Dificilmente teremos, no curto prazo, um período parecido com 2010, com um crescimento da economia muito superior aos recursos disponíveis para sustentá-lo.
Isso, porém, não muda a perspectiva de manutenção de um quadro de pleno emprego — um ambiente em que qualquer profissional, mesmo com pouca ou nenhuma qualificação, consegue colocação no mercado. As consequências econômicas desse cenário são profundas.
De um lado, ele promove a distribuição de renda e a manutenção de um mercado interno vigoroso, um pilar importante em meio às turbulências globais. De outro, pressiona os custos das empresas para o alto e a produtividade da economia para baixo.
A combinação de mão de obra cara e improdutiva é perversa — e é algo que, a história e os exemplos de outros países mostram, só uma educação de qualidade pode resolver no médio e longo prazo. Vivemos um tempo em que não são os trabalhadores que migram em busca dos melhores empregos — são os empregos que procuram desesperadamente os profissionais mais capacitados e treinados.
Hoje, eles são tão ou mais importantes do que capital e tecnologia para garantir o crescimento. Diante disso, a formação de mão de obra de qualidade em larga escala já vem sendo usada como trunfo por algumas nações, como Coreia e Singapura.
Como sociedades que conseguiram cruzar a linha do desenvolvimento, elas não oferecem os trabalhadores mais baratos. Mas acenam com tal capacidade de inovar e de produzir eficientemente que os custos perdem muito de sua relevância.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
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sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Marido de Aluguel
Pratique
- Cite alguns dos problemas mencionados no vídeo.
- Quais profissionais você chamaria para resolvê-los? Eu chamaria o... para que...
- Como surgiu a ideia do marido de aluguel?
- Como é o trabalho do marido de aluguel (público, serviços, materiais, horários, etc.)?
- O que quer dizer?
- Fazer bico(s).
- Dar um jeito/jeitinho em algo, no problema, na situação.
- Dar um pulo/pulinho na casa da pessoa.
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